Podemos ainda criar malhas misturando diferentes polígonos regulares ou irregulares. Abaixo, alguns exemplos do tipo de composição que podem ser criadas.


Malha

Triângulos equiláteros, quadrados e hexágonos.
A cada face do hexágono podem ser acresentados quadrados, e os espaços que restam entre os quadrados subseqüentes são perfeitamente ocupados por triângulos eqüiláteros.

Hexágonos e triângulos equiláteros.

Malha
As faces dos hexágonos regulares também podem ser ocupadas por triângulos eqüiláteros.

Malha

Quadrados e triângulos equiláteros.
Podemos ainda acrescentrar triângulos eqüiláteros às quatro faces de um quadrado. No entanto, o espaço vago, resultante da disposição lado a lado desses elementos, deve ser coberta por um losango irregular.

      

      As malhas criadas à partir de polígonos simples podem ser utilizadas na estruturação da composição. Dessa forma, a malha estrutural escolhida influi diretamente na disposição dos módulos e, portanto, na finalização do padrão.
      As malhas estruturais auxiliam o desenhista a controlar o espaçamento e a distribuição dos módulos pela composição.
     As malhas aqui apresentadas (que são as mais utilizadas em mosaicos), são as formais. A malha formal é aquela em que os espaços são divididos igualmente ou ritmicamente, através de formas geométricamente bem determinadas.
     Dentro do espaço formado no interior da malha o módulo pode ser posicionado de diferentes maneiras. Ela pode também interagir com as unidades de forma de modo a criar efeitos diversos.
     Na maioria dos casos a malha estrutural é invisível, portanto, apenas conceitual.